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Acidente na PetroRecôncavo (BA) mata trabalhador

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Precarização
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Terceirizações e privatizações tem aumentado riscos de acidentes

A precarização das condições de trabalho, fruto das terceirizações e privatizações tem aumentado os riscos de acidentes.

Na madrugada desta segunda, 27 de agosto, Lucian Nobre Santos, 28 anos e torrista da empresa PetroRecôncavo (onde trabalhava há mais de cinco anos) foi vítima de um acidente fatal, quando realizava a atividade de intervenção de limpeza em poço terrestre na sonda PR-02.

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Terceirização mata mais dois trabalhadores na Petrobrás

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A relação direta entre terceirização e precarização se revela na pior das consequências deste processo: a morte por acidentes de trabalho. Na última semana, no dia 31 de março, quando as centrais sindicais protestavam contra a lei que amplia sem restrições a terceirização para todas as atividades e setores econômicos do país, mais dois trabalhadores terceirizados da Petrobrás morreram em um acidente na Bahia.

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Acidente em terminal da Transpetro no ES mata dois trabalhadores terceirizados

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Insegurança

Dois trabalhadores terceirizados da empresa Espiral morreram na tarde desta terça-feira, 07, no Terminal da Transpetro de Barra do Riacho (TABR), na cidade de Aracruz, situada norte do Espírito Santo. O acidente ocorreu quando os trabalhadores estavam realizando a montagem de um andaime na ponta do píer, sobre o mar, para fazer a manutenção na instalação oceanográfica do terminal.

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Insegurança do Sistema Petrobrás mata mais um trabalhador

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Revap
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Inércia do SMS e falta de vontade da empresa já causaram três mortes em menos de 15 dias

Enquanto os gestores da Petrobrás fazem de conta que está tudo bem com o SMS, mais um trabalhador paga com a vida a inércia e a falta de vontade política da empresa em alterar a cruel rotina de acidentes e doenças que matam, mutilam e incapacitam dezenas de petroleiros a cada ano. A mais recente vítima deste cenário de horror foi o caldeireiro Sérgio Henrique de Faria Bandeira, da empresa Manserv, que presta serviços para a Petrobrás.

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Trabalhadores da Rlam fazem paralisação pela morte de companheiro

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Protesto
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Enquanto a Petrobrás alega que não há contaminação por benzeno em suas unidades mais um trabalhador perde a vida

Segundo a entidade, o protesto é pela morte de um funcionário de prenome Enivaldo, que faleceu na tarde desta quinta (18), em São Paulo, vítima de leucemia. Os petroleiros argumentam que a doença foi resultado da exposição do técnico de operação da RLAM ao benzeno durante anos. O corpo de Enivaldo será sepultado nesta sexta em Salvador. “Em todo o Sistema Petrobrás estão surgindo novos casos de alterações hematológicas e, mesmo assim, a empresa continua agindo de forma negligente e até mesmo negando a existência de petroleiros contaminados.

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