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POLÍTICA

Brasil 247: Marina quer abrir o Pré-sal a estrangeiros

16 de September de 2014 às 13:54

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Foto: Arquivo

Segundo noticia o site Brasil 247, em matéria publicada na manhã desta terça-feira, 16, o coordenador de campanha Walter Feldman teria dito a empresários, em São Paulo, em encontro realizado ontem, 15, que o modelo de partilha deverá ser modificado em caso de vitória de Marina Silva (PSB).

Diferentemente do que defendem certas candidaturas à Presidência da República, o movimento sindical petroleiro e diversas entidades dos movimentos sociais entendem que a defesa do Pré-sal e da Petrobrás integram a luta em defesa da soberania nacional.

O país precisa de governantes que administrem nossas riquezas em prol de um projeto nacional de desenvolvimento voltado para a classe trabalhadora, e não para o grande capital.

Veja, abaixo, a matéria:

247 – O PSB da candidata Marina Silva assumiu: tem a intenção de priorizar o interesse das multinacionais na exploração do pré-sal. É o que prevê, pelo menos, a revisão do regime de partilha, aprovado durante o governo Lula. Nesta segunda-feira 15, durante encontro com empresários em São Paulo, o coordenador da campanha da presidenciável, Walter Feldman, chamou a política atual de "doutrinária" e errada.

No atual modelo, vigente para a exploração de áreas cuja expectativa é de grandes quantidades de petróleo, o Estado fica com a maior parte dos lucros obtidos e a participação da Petrobras é obrigatória na exploração de todos os campos. Feldman argumenta que a situação financeira da estatal não permite que isso seja praticado. "A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda", disse ele.

No modelo de concessão, vigente durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apropriado para áreas de maior risco exploratório e com expectativa menor em relação a quantidades, predominam os interesses das grandes multinacionais, como Shell, BP (British Petroleum) e Chevron, que passariam a explorar e obter a maior parte dos lucros da riqueza extraída de mares brasileiros.

Segundo Walter Feldman, executivos do setor criticaram a emissários da candidata, durante encontro na semana passada, a política de conteúdo local – que prevê que 60% dos componentes sejam feitos no Brasil. Rever o regime de partilha na exploração de petróleo também é uma proposta do candidato do PSDB, Aécio Neves, duramente criticada pelo ex-presidente da ANP Haroldo Lima, em entrevista ao 247 concedida em abril desse ano (leia aqui).

Fonte: Blog Brasil 247

Clique aqui e leia o texto na íntegra!

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