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Campanha Reivindicatória

Sindicato reforça mobilização na sede Natal e articula apoios

Movimento é resposta à intransigência da empresa que se recusa a negociar a "Pauta pelo Brasil"

30 de October de 2015 às 18:11

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Foto: Alexandre Domingos

Com o intuito de fortalecer a motivação de trabalhadores e trabalhadoras para a greve nacional da categoria, a Diretoria Colegiada do SINDIPETRO-RN promoveu uma atividade de esclarecimento, na manhã desta sexta-feira, 30, nos portões de entrada da sede administrava da Petrobrás, em Natal. A paralisação, por tempo indeterminado, será deflagrada no próximo domingo, 1º/11, a partir das 15h00, e deverá atingir progressivamente todas as unidades operacionais e administrativas da companhia.

A decisão de recorrer à greve vem em resposta a um impasse que já se arrasta por mais de 100 dias, tempo em que a Petrobrás se recusa a discutir a “Pauta pelo Brasil” e procura impor uma proposta de Acordo Coletivo rebaixada, que subtrai direitos e conquistas. Nesse período, várias tentativas de negociação foram frustradas, culminando com mais uma atitude arrogante da Empresa, que não compareceu a uma audiência com o Ministério Público do Trabalho, programada para a última quinta-feira, 29.

Na ata dessa reunião, comprovando a prepotência da Petrobrás, o Ministério Público registrou que “a ausência da empresa reflete o desinteresse em buscar uma solução negociada no que diz respeito às questões levantadas pela Federação e principalmente sobre o regramento da greve". Em decorrência, diante do impasse e atendendo à determinação legal que estabelece prazo de 72 horas de antecedência para comunicação da greve, a FUP e os sindicatos a ela filiados comunicaram ao MP que a categoria cruzará os braços a partir do dia 1º/11.

Apoios

Ainda nesta sexta-feira, 30, no período da tarde, a Diretoria do SINDIPETRO-RN promoveu uma reunião com representantes de entidades sindicais e populares na sede do sindicato, em Natal. Diante das bandeiras do movimento e do histórico de impasse nas negociações, dirigentes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB e da Central Única dos Trabalhadores – CUT solidarizaram-se com a categoria e manifestaram a intenção de apoiar ativamente a luta dos petroleiros.

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